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O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no Amazonas realizou na noite desta sexta-feira (20) um ato político em defesa da Democracia e do Brasil com a militância comunista que teve a presença da pré-candidata do PCdoB à presidência da República, Manuela D’Ávila,  a senadora pelo estado, Vanessa Grazziotin, o presidente do Partido no estado, Eron Bezerra e de representantes de partidos, como do PT, Psol e PSD, além de representantes de entidades dos movimentos sociais.

O decreto serve para incluir a estatal de energia no PND (Programa Nacional de Desestatização). A expectativa é que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) conduza esses estudos, tal como foi feito no caso das distribuidoras da estatal.

O governo tem encontrado dificuldades para aprovar a inclusão da estatal no PND. No fim de 2017, chegou a enviar uma medida provisória ao Congresso com esse objetivo, o que desagradou ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele sinalizou que deixaria a MP caducar, forçando o governo a buscar nova solução.

Em entrevista concedida ao jornalista Heitor Peixoto, do Programa Mundo Político, da TV Assembleia, a deputada federal, Jô Moraes (PCdoB-MG), denunciou a prisão do ex-presidente Lula. Para ela, é uma prisão política e representa uma ameaça à democracia braseira.

Segundo Jô Moraes, a Constituição foi claramente agredida e rasgada na decisão de condenar o ex-presidente Lula.

A senadora do PCdoB pelo estado do Amazonas, Vanessa Grazziotin, que é líder do Partido no Senado e Procuradora da Mulher na Casa concedeu entrevistada publicada, nesta quinta-feira (19), no portal Contra Ponto 9. Vanessa respondeu perguntas sobre a história de lutas do seu partido no estado, falou das conquistas que obteve como atuante senadora e comentou sobre o histórico da política-eleitoral.

"Acabei de assinar um decreto que autoriza o início dos estudos para capitalização da Eletrobras, tão logo o projeto seja aprovado pelo Congresso Nacional", disse Temer no vídeo.

A privatização da Eletrobras passou a ser uma prioridade da pauta econômica do governo desde que caiu a reforma da Previdência. No entanto, há forte resistência da base aliada em votar essa matéria. De acordo com o blog do colunista do G1 Gerson Camarotti, partidos temem perder os cargos para os quais fazem indicações na Eletrobras e subsidiárias, como Furnas.

Quatro mulheres feministas disputarão o governo de Pernambuco e as duas vagas do Estado ao Senado nas eleições de outubro deste ano. A tarefa de encabeçar a chapa, formada pelo PSOL em coligação com o PCB, ficou com a advogada, historiadora e professora Danielle Portela, de 43 anos. A militante do PCB Gerlane Simões participará da disputa como candidata a co-governadora.

O manifesto da pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila, recebeu apoio do teólogo e escritor Leonardo Boff que gravou um vídeo para o lançamento do documento que aconteceu na última segunda-feira (16), no Teatro Oficina, na capital paulista.

Leonardo Boff é um dos expoentes da Teologia da Libertação no Brasil e é conhecido internacionalmente por sua defesa dos direitos humanos.

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados anunciou que vai pedir suspensão de portaria que remaneja R$208,9 milhões para a publicidade e propaganda do governo Temer. O texto retira os recursos de setores como da saúde, transportes, de políticas para mulheres e reforma agrária, entre outros.

A portaria, de número 75, é referente a uma campanha publicitária que deve ser feita a partir de maio pelo governo. O PSOL anunciou a medida em coletiva na Câmara dos Deputados, realizada nesta terça-feira (17). Os grandes meios de comunicação, maiores beneficiados pela medida, preferiram não cobrir a denúncia feita pelo partido.

"Estamos diante de um escandaloso assalto à democracia. A agenda do governo é destruir nossa soberania e entregar nosso patrimônio. A luta pela liberdade de Lula é também a luta contra um projeto fascista e de brutal retirada de direitos", afimrou o presidente da CTB, Adilson Araújo, durante coletiva à imprensa, em Curitiba, nesta quarta-feira (18).

Ele lembrou que "o 1º de Maio unificado reflete o comprometimento das centrais sindicais e da classe trabalhadora com os rumos do país. Não haverá um Brasil forte, com crescimento e mais justo nos marcos do projeto que tomou de assalto nossa democracia. A prisão de Lula é política e por trás dela está o projeto de Brasil sem direitos, sem liberdade e que amplia a fome e pobreza do nosso povo".

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