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Na noite de domingo, dia 27 de maio, os dados da apuração do primeiro turno na eleição presidencial na Colômbia apontavam para um segundo turno ainda mais polarizado. O candidato da direita conservadora, Ivan Duque, venceu a primeira volta com 39,14 % dos votos. Gustavo Petro, apoiado pela maioria da esquerda social e política, alcançou o segundo turno com 25,09% votos válidos. Sergio Fajardo, de Coalizão Colombia, articulação de vários setores da centro-esquerda, teve 23,73 %. Em seguida vieram o ex-vice presidente German Vargas com 7, 28% e o candidato Humberto De La Calle, conhecido por ter sido o negociador dos acordos de paz com as FARC, teve 2,06% dos votos.

A Justiça Especial para a Paz terá por sua primeira prova de fogo desde que foi criada em março deste ano. O Tribunal especial integra os “Acordos de Havana” e tem a responsabilidade de julgar os crimes que estão relacionados ao conflito armado colombiano, colaborar na construção da memória e verdade e na reparação das vítimas do conflito. Mas um pedido de prisão e extradição feito por uma corte de Nova York (EUA) provocou o debate sobre a segurança jurídica dos acordos de paz.

O membro do partido político colombiano Força Alternativa Revolucionária do Comum (FARC), Jesús Santrich, foi detido nesta segunda-feira (11) por suposta fabricação e tráfico de entorpecentes e pode ser extraditado a mando dos Estados Unidos e da Agência Antidrogas do país (DEA na sigla em inglês). O ex-guerrilheiro foi eleito na última eleição legislativa da Colômbia, realizada em março deste ano, para assumir uma das cadeiras na Câmara de Representantes do país. Esta foi a primeira participação da FARC nas eleições do país, após sua oficialização como partido político em agosto de 2017.

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